quarta-feira, maio 23, 2007

ALMADA - Festival Cantar Abril

Teve no passado dia 28 de Abril, na sala principal do Teatro Municipal de Almada completamente cheia, a final do primeiro Festival Cantar Abril. Foram oito canções nesta fase à final, quatro na modalidade de Recriação de canções de Resistência, e outras quatro na Criação de canções da Liberdade.

E os resultados Foram?



O Prémio "Adriano Correia de Oliveira" melhor recriação, foi ganho pela Tuna Académica de Lisboa interpretando o tema "Homem na Cidade".
O Prémio "Ary dos Santos"melhor poesia, foi ganho por Regina Guimarães autora da letra da canção "Lengalonga- Longalenga" interpretada por Ana Deus e Pedro Moura.
O Prémio "José Afonso" a melhor canção inédita foi entregue a Teresa Gentil. Autora e intérprete da canção "George"
Carlos do Carmo foi distinguido pela sua longa carreira sempre ligado à música nacional pela Câmara Municipal de Almada, com o Prémio "Carlos Paredes"





Muitos participantes, com um total de 248 canções a concurso, foi o resultado desta primeira edição do Festival. O próximo será em 2009.

segunda-feira, maio 21, 2007

RESERVA NATURAL DA SERRA DA MALCATA








A Reserva Natural
da Serra da Malcata
localiza-se na Beira Interior. Com uma
área de 16.400ha, é delimitada a Norte pelo rio Côa, a Este faz fronteira com a Espanha, a Oeste pela barragem do Sabugal e pela barragem da Meimoa e a Sul pela ribeira da Basagueda.
Abrange parte das freguesias do Meimão, meimoa e Penamacor (concelho de Penamacor) Malcata, Quadrazais, Vale de Espinho e Foios (concelho do Sabugal).
Os matos dominam a cobertura vegetal da Reserva, apresentando aspectos distintos nas variantes setentrional ou meridional e também com a maior ou menor altitude.
Ao longo das linhas de água encontram-se bosques de apreciável dimensão contituidos essencialmente por amieiros salgueiros e freixos. Vestígios de agricultura são ainda visiveis e alguns (poucos) ainda pastam os seus rebanhos.
Muitos esforços estão a ser feitos de modo a garantir a salvaguarda do Línce perito a furtar-se ao olhar dos visitantes. Ou será que já não existe? Numa curta visita, interrompida por uma grande trovoada , não vi o dito cujo., talvez na próxima as minhas objectivas o encontrem.































Para os amantes da natureza que queiram
visitar este pedaço de Portugal protegido.
Dista:
- 278 km de Lisboa
- 267 km do Porto
- 511 km de Faro

sexta-feira, maio 18, 2007

Fotografias - Baia do Seixal














quarta-feira, maio 16, 2007

Cultura popular


estabelecimento
comercial um pouco
escondido em Cacilhas





terça-feira, maio 15, 2007

Penamacor - SALVADOR


Numa breve visita pelo sul do concelho
de Penamacor, descobri no sopé da
serra de Penha Garcia a bonita aldeia
do Salvador.
Muito parecida às outras freguesias do concelho no que
se refere à população, essencialmente constituida por idosos.
Dizem as estatisticas que tem uma população à volta de
700 Hab. que vivem de uma agricultura de subsistência, exploração da floresta e pouco mais.
Tem uma superfície de 10.000km2 e dista da sede do concelho (vila de Penamacor) 12km.
É um pouco do que eu vi na minha rápida visita, Uma terra limpa e arrumadinha que vou
mostrar ao mundo.

































































Dois pormenores
















segunda-feira, maio 14, 2007

FOTOGRAFIAS - Flores Silvestres

São belas
mas não as conheço.
Há alguém que as
saiba identificar?









domingo, maio 13, 2007

ARTE Graffiti

Mais que
marcas
ou inscrições
em muros.




























sábado, maio 12, 2007

Fotografias - gatos

Às vezes
acontece.



quinta-feira, maio 10, 2007

Fotografia - surf


quarta-feira, maio 09, 2007

BENQUERENÇA - Fotos

São flores campestres raras, pelo menos na Benquerença e dão pelo nome se não estou enganado:
-Beonias
-Rosa de Alexandria
-ou Rosa do Monte.













Florecem por alturas da Páscoa e com pouco tempo de vida. Mas são muito bonitas.


terça-feira, maio 08, 2007

Fotografias

NAS TREVAS

sábado, maio 05, 2007

PENAMACOR - AVISO, Cuidado com a gênêrrê local

À laia do gato fedorento, vou contar-vos o que se passou comigo por altura da Páscoa em Penamacor. Pois é meus amigos. Ficaria mal com a minha conciência se, pelo menos, não tentasse fazer eco público de um acto de zelo exemplar, coisa rara, mas mesmo, mesmo muito rara! nestes nossos difíceis tempos em que, em boa verdade, anda tudo a fugir com o rabo à seringa, que é como quem diz, à responsabilidade. Pois bem, eu , como cidadão, pacato cidadão diga-se, por ventura pouco dado a actos de grande coragem (não me está no sangue, se me faço entender), não deixo de admirar o brio, a intrepidez, a galhardia com que outros agem, sobretudo quando se trata de agentes da autoridade cuja função é manter o pessoal na ordem. Por isso, eu quero aqui prestar pública homenagem ao gênêrrê de Penamacor que há dias me autuou por estacionamento indevido naquela vila raiana.
Assim é que se faz! E contra mim falo! Quem me manda parar onde não devo??? E logo numa das artérias mais movimentadas da terra! Eh pá, eu compreendo que gênêrrê que é gênêrrê tem de fazer o seu papel, que é para isso que lhe pagam! A malta é que é baldas! "Ah! e tal, fui só ali ao banco com a minha mãe, que já atina mal, coitada, tem o marido lá na cama, na aldeia, sabem, de uma trombose que lhe deu vai para três anos, de modos que dei aqui uma corridinha com ela..." Enfim as queixas do costume...
Desculpas!!! Por isso é que eu compreendo que o gênêrrê, que não tem que ouvir destas merdas de um qualquer, se fique ali pela esquina, assim meio escondido, à espera que a malta poise. A malta é incauta, não sabe, vem de lá e... zás! toma lá 60 euritos que é para não te armares em indígena!
Acho bem! É a lei! E não há conversas da treta, "ah e tal, foi a primeira multa da minha vida em trita anos que já levo com a roda nas mãos..." Ora aí está! Mais uma razão para o gênêrrê se sentir orgulhoso! Acabou-me com a virgindade!
Agora a sério, eu até compreendo o zelo do gênêrrê. Apanhar ladrões é uma carga de trabalhos, uma chatice daquelas! E depois ladrões são coisa que nem há!!! E mostrar serviço é preciso! Se não, como se justificaria a presênça da gênêrrê em Penamacor? Ao fim e ao cabo é bom haver gajos como eu, que vão de Lisboa à terrinha, armados em carapaus, e que pensam que é chegar ali, pôr o carro onde lhes apetece e... pumba! toma lá as amendoas da Páscoa!
Da parte que me toca, garanto que aprendi a lição. Decididamente, com o problema de trânsito intensíssimo de que Penamacor sofre, que aliás justifica plenamente o apertado controlo da gênêrrê local, o melhor é passar ao largo.

ACEITO COMENTÁRIOS EM DEFESA DA GÊNÊRRÊ DE PENAMACOR