Foi no primeiro passeio de bicicleta efectuado (com a minha Canon dentro do saco) em 2009, que encontrei esta luz na Ponta dos Corvos, Seixal. São ruínas, mas são bonitas. Imaginem estes locais há 50 anos.
O Caramelo, tão da nossa lembrança dos tempos de meninice, até o chupávamos.
A geada, que arrepia só de a ver nas folhas das oliveiras.
As baixas temperaturas provocam estas camadas de gelo, e os prejuízos ficam visíveis. São as canalizações que rebentam e os efeitos ficam à mostra. Água que gela ao cair em cima seja do que for, e a forma que estas pequenas maravilhas tomam. Até com um pouco de sol o Arco-Íris aparece.
A tradição não ficou por mãos alheias este Ano. A quantidade de madeiros está bem à vista. Não choveu, o frio era muito, e o povo lá se foi revezando, umas vezes de frente outras de costas à aquecer-se nos Madeiros. Claro que o convivio foi constante e salutar. Muitos são aqueles que damandam paragens longínquas, mas na hóra , estão presentes.
Na rua o frio apartava e os madeiros faziam pouca chama. Já não é como dantes, e as cacetadas?
E há aqueles que trocam os madeiros por um lugar mais confortável e com a pinga mais a jeito.
O dia seguinte amanhece calmo e são visíveis os efeito de uma noite longa.
Festas da Sra. da Saúde nas Quintas do Anascer no passado mês de Agosto. Claro que é para os Benqueridos que não puderam estar presentes poderem vislumbrar algum amigo.