
Quem viu e quem agora vê.
"Eu ainda sou do tempo" em que elas cantavam todo o dia num vai e vem para trazerem a água à superfície com
a paciência dos coitados dos animais que nem direito tinham para andarem de olhos abertos.
Hoje algumas ainda se conseguem ver, outras nem tanto.
Restam as memórias dos mais velhos.




































