Para quem não sabe, estas fotografias reportam a um pedaço da bela ribeira das Quintas do
Anascer. Em tempos não muito remotos houve moinhos que durante parte do ano,
moíam sem parar a alva farinha que se transformava em pão que alimentou gerações. Hoje, resta a beleza quase em estado selvagem, inspiradora de poetas e pintores, e dos moinhos, restam
ruínas. É pena que pouco ou nada se tenha feito para preservar este património que em tão pouco tempo desapareceu. Coisas de tempos modernos. Vão por mim, numa próxima visita à Aldeia vão até lá e garanto-vos que não se arrependerão.
Qualquer altura do ano é óptima para lá estar.